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domingo, 1 de maio de 2011

Leebo Freeman e David Byun



Estava pesquisando vídeos do Leebo Freeman que ando vendo demasiado pelos editorias e, acabei encontrando esses vídeos incríveis que o David Byun fez para a W Magazine.
Fiquei extasiada! São muito bons os vídeos dessa série "how to sell".



E tem mais lá no youtube.




E não vou esquecer de continuar sobre o Leebo. Ficou indescritivelmente melhor com o cabelo platinado que combinou bem com sua pele pálida e olheiras. Similar ao Luke Worrall que também não fica legal com cabelo escuro.
(Fotos via HommeModel)


quinta-feira, 25 de novembro de 2010

O licenciamento da criação

auto retrato


Afinal o que conta quando você está criando uma peça?

Porque Margiela é tão bom apresentando aquelas peças não usáveis e peças completamente simples?

Antes de tudo, deixo claro que não existe coleção sem conceito. O conceito existe, mesmo que este seja o de somente vender.

Porém dividimos em conceitual e comercial para já dar uma definição no propósito da criação.

Mesmo que o “comercial” tenha um tema e por mais que você deseje que seu “conceitual” seja vendável.

Por tal motivo eu prefiro mesmo pensar em coleções como “vanguarda” e “contemporâneo”. Mas, no final, qualquer tipo rótulo é sempre chato.

O ponto que quero chegar é que como é difícil avaliar uma criação ignorando o gosto pessoal.

A força da peça nem sempre transparece no seu resultado final.

Realmente grande parte se preocupa mais com a aparência final da peça.

Porém, o que acho muito mais importante, é quando o que faz aquela peça tão especial é o conceito por trás dela.

E é aí que a grande Maison Margiela é tão respeitada. A idéia por trás de toda criação é enquadrada no grande conceito da marca. E é aí mesmo que ela tem tanta moral. Pelo conceito não sair de cada coleção e cada hora ser uma coisa.

O conceito da MMM é tão grande e forte que consegue incorporar todas as criações da marca, praticamente todas as idéias que alguém da equipe tenha vontade de fazer.

Isso é realmente incrível. Não sei qual mais marca tem algo parecido.

Talvez a Anrealage com seus constantes estudos sobre o corpo o qual será construído o vestuário. Mas mesmo assim é diferente.

Então, a meu ver, tudo que você precisa para fazer uma boa coleção é uma boa desculpa. Se você convencer de onde todos seus estudos se baseiam, fazer as coisas terem sentido e explorar ao máximo. Ótimo, você já é incrível.

Mas ei...se você, além de tudo, conseguir fazer uma roupa interessante, bonita e usável (mesmo que pela Lady Gaga ou alguma pessoa que você encontrou na internet), aí sim não há discussão. Meus parabéns. Espero que faça muito dinheiro com a sua arte vendável e usável.

Atingir o equilíbrio entre o resultado final e o processo e base deve ser a chave do sucesso.

Não cheguei nem perto de assistir todas as bancas de trabalho de graduação na faculdade, mas uma das que presenciei realmente me chamou muita atenção.

O que me impactou tanto foi o fato de que eu acredito ser um daqueles conceitos fortes o bastante a ponto de manter a identidade de uma marca completa (como MMM faz), e não somente sustentar uma única coleção.

Eu gostei tanto, me senti tão parte daquilo que era algo que eu queria ter pra mim.

Assim como Isabella Blow comprou toda coleção de formatura do McQueen, eu gostaria de comprar esta coleção, este conceito e suas representações, os quadros que ela fez... Enfim. Parabéns pra Paola Saliby, que tem tanto a oferecer e compartilhar. Espero que ela tenha as devidas oportunidades para tal fazer. Acho incrível quando coisas podem despertar este desejo e emoção nas pessoas.

Quanto à minha coleção de formatura... Realmente, não que algo não faça sentido ou coisa do tipo, mas, por uma orientação falha, acredito eu, apropriei-me de muitas referências.

Culpa da parte escrita da monografia. Senti-me pressionada em atingir o tanto de páginas recomendadas, então tive conteúdo demais. Mais que o necessário pra fazer minha coleção.

A monografia conta basicamente com a parte em que faço um estudo da arte focada no que interessa ao meu tema, e a parte sociológica em que faço uma comparação com meu tema.

Acho que poderia ter um resultado suficiente com somente um dos dois abordados.

Talvez seja tanta coisa que fique complicado de explicar verbalmente (ainda mais pra mim que não tenho essa facilidade) e as pessoas se cansem.

As coisas nunca ficam perfeitas como imaginamos e gostaríamos, mas criei como eu queria criar e isso deve bastar.

As peças já estão no meu guarda roupa e já estou desfilando com elas por aí.

Uma coisa que realmente me irrita é uma pessoa fazer alguma coisa que não usaria. Parece que a pessoa não acredita no que ela faz.

Eu fiz minhas peças, eu as adoro, e meu propósito é realmente fazer o olhar das pessoas se acostumarem com outras coisas, como uma evolução, uma aceitação do conceito de cada um.

E de fato, as peças ficam incomparavelmente melhores quando coordenadas com roupas do dia-a-dia do que com outras peças da coleção.

Logo que der eu coloco a monografia na internet para o acesso de alguma forma e consigo algumas fotos das roupas também.


terça-feira, 14 de setembro de 2010

O belo pra salvar





Mesmo meio ao desespero em que me encontro perante entrega do dossie na faculdade e trabalho atrasando tudo, não podia deixar de postar essas fotos da Vogue Hommes Japan #5.

Ah.. e uma entrevista com um dos meus modelos top5: Yuri Pleskun.



quinta-feira, 15 de julho de 2010

Korean Vogue


Este editorial é lindo.


sábado, 24 de abril de 2010

Stymest




Editorial marcado com estrelinha porque o Ash é simplesmente lindo e ótimo modelo.
Vide na photoshoot a seguir.


Como é bom trabalhar com um bom modelo, é absurda a satisfação que isso dá.

Estou aqui pensando o que compõe uma boa foto e posso comparar com o mesmo esquema do que compõe um bom look.
Pra ser bom, e simplesmente bom, você precisa ter algum dos items da lista.
Para o look eu separo em: a roupa, o calçado e a maquiagem, podendo o cabelo ser um item separado ou não, depende do corte.
Tendo cada um desses você está se produzindo de alguma forma, e quanto mais itens você obedecer, mais vai arrasar e estar montado.
Como não gosto de exageros, e curto uma aparência simples, costumo me preocupar só com um desses. Mas os outros não ficam esquecidos, só não tem destaque ou preocupação maior, ou até são deixados de lado propositalmente.

Agora falando de fotografia... vejamos o que monta uma boa foto:
Eu acho que o modelo conta muito. Ele tem que ou ser (bem) bonito ou saber trabalhar bem, e se for os dois você está 50% feito na vida (essa % é relativa, depende do que vai compor a fotografia).
As roupas. Como o styling faz uma fotografia! É demais. Eu adoro fotografar pessoas e ver pessoas bonitas e tudo mais, mas pra uma fotografia de moda você nem precisa disso, alias, não precisa de nada, não existem regras, é o olhar que vai te dizer o que você precisa. Tendo um bom styling você pode ter praticamente tudo.
Agora a parte que acho que cabe ao fotógrafo prestar atenção: luz e locação(não necessariamente ele que decide, mas precisa ser bem observador). Isso deve complementar bem, mas ainda devem existir muitos outros itens, mas deixa pra lá, eles podem ser incluídos no resto como o cabelo.


Ah..e falando de outro assunto. Fikdik de cupcakes. Preciso ir experimentar.
La Vie en Douce - Rua Da Consolação 3161
Wondercakes - Rua Augusta 2542

domingo, 11 de abril de 2010

Break de 10 segundos

Margaret Bourke-White, Machine Dance, Moscow Ballet School, 1931, at Corkin Gallery

Aaaah to fazendo tanto trabalho da faculdade que nem estou com tempo de parar e postar nada.
Essa foto apareceu agora em quanto fazia umas pesquisas. Achei muito boa.

Quanto aos trabalhos.. depois de quarta feira no mínimo, eu venho aqui e conto.



quarta-feira, 17 de março de 2010

Fotografia

Fotos que tirei neste fim de semana quando fui gravar o filme mencionado num post abaixo.


Fotografia

Fotografia

Fotografia
Fotografia


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Ryan McGinley


Essa fotografia do Ryan McGinley ficou mesmo incrível.
Me lembra Peter Pan. Parece uma pintura. Linda mesmo.


sábado, 14 de novembro de 2009

Fotografia - exercício de luz

1/15s; F/5,6; 55mm

1/40s; F/5,6; 18mm

1/50s; F/5,6; 50mm

1/50s; F/5,6; 51mm

1/50s; F/5,6; 50mm


Spot de luz em cima
Modelo Kaworu (NGA)

domingo, 8 de novembro de 2009

David Slijper

Estava vendo o site do David Slijper e é bem interessante pra estudar os enquadramentos dele. Fica dica.


sábado, 24 de outubro de 2009

sábado, 17 de outubro de 2009

Fotografia - Cromo e truques com o scanner




Esta foto faz parte de um ensaio que fiz para o trabalho de fotografia que o Marcio Banfi passou.
Ela foi tirada num banheiro, iluminação natural, sem rebatedores nem nada(acho que da pra perceber rs) , uma pentax k1000, com cromo, contra-luz, sem pós produção.
Grande parte das fotos ficaram escuras por terem sido tiradas internas e sem se preocupar com a iluminação, confiando no fotômetro. A big mistake. Maas bola pra frente né, não ficaram tão ruins assim. E fazendo e aprendendo...

E esse efeto azul aconteceu da seguinte forma.
Tendo dos slides em mãos, fui scanear e ao invéz de fazer na opção para slide, coloquei como se fosse negativo. E voila! \o/ . Curti bastante.

Aqui foi o mesmo esquema:




E aqui mais uma foto do ensaio que eu achei interessante.
Essa foi tirada com o celular pq já havia acabado o disparos da câmera.


O modelo é meu amigo Andre Crunfli (Daphne Agency BR).
Minha dupla do trabalho foi Ana Luíza Pradella.