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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Roger K. Burton



Estava vendo um vídeo de um filme que adoro, Hackers, ou também conhecido como Piratas de Computador, 1995.
Des da primeira vez que o assisti, uma coisa que me chamou muita atenção foram as roupas.
Ainda nem tinha nada de moda na cabeça, mas sempre curti muito o figurino desse filme.
Hoje dei uma pesquisada pra ver quem que produziu e é esse o cara: Roger K. Burton.
Um ícone.
Aqui alguns links pra conhecer mais sobre ele:

CV (em pdf)

Detalhe que percebi que a Angelina usa a blusa do New Jersey Devils que nem a minha...


quinta-feira, 20 de maio de 2010

Eu, look e forma


Sempre quis ter uma montagem com cabeção haha. Acho tão legal a proporção.
Essa é a minha primeira foto no blog.
Sempre fui e ainda sou meio receosa de ficar expondo minha imagem assim na internet, além do motivo de serem raras as fotos que eu saio bem (está por exemplo eu não consegui, mas pelo menos estou normal), eu sempre pensei na tal forma humanizada da entidade que vos escreve e se isso é legal aparecer.
Você não vê a pessoa, não faz ideia de como ela seja realmente, só pode imaginar, mas dificilmente vai pensar no físico dela.
Certa vez falei disso sobre não querer me humanizar pra um amigo, e fui mal interpretada, ele disse algo do tipo "você quer ser o que se não humana?", como se eu quisesse ser um monstro deu a entender, mas eu também não me fiz muito clara.
Então surgiu um exemplo na minha cabeça. O Bruce Wayne em Batman Begins quando ele está no avião pensando em como se representar e cria um símbolo pra ele.
E é isso que eu quis dizer. Ser um símbolo. É mais forte, mais seguro, não compromete.
Que nem uma marca para qual o estilista desenha mas não tem seu nome.

Agora decidi fotografar meus looks as vezes pra analisar melhor e quem sabe mostrar aqui o porque deles.

Estava voltando pra casa e peguei a blusa e coloquei do jeito mais fácil no momento pra me proteger do frio e reparei na minha sombra na calçada que era a mesma como se eu tivesse com a blusa certa. Isso me fez pensar em algo que eu esqueci agora.

Problema das mentes é pensar em algo e esquecer, por isso é tão importante estar sempre com um caderninho e caneta no bolso, apesar que as vezes é um saco escrever ou também o pensamento é muito mais rápido do que podemos expressar.

Enfim.. como ia dizendo sobre a blusa. Quando me vi no espelho achei ela absolutamente linda do jeito que estava. E olha que já acho essa blusa muito bonita.
Tudo me agrada: a silhueta (tanto frente quanto perfil), a gola mais alta, mas que terá de ser ajustada para não incomodar, o recorte do capuz.
É uma coisa a ser estudada.

Ah.. e na porta é o calendário 2010 que eu fiz ano passado com fotos do Ash Stymest pelo Hedi Slimane para Vogue Hommes Japan #1. Meu Editorial preferido.

E hoje aconselho ouvir El Michels Affair.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Objetivos estabelecidos

E finalmente decidi o que quero fazer. Ultimo ano da FASM. Agora é a hora.

Entrar na Alexandre Herchcovitch, trabalhar um bom tempo lá, de estagiária até me estabelecer na marca. Depois viajar e entrar na Alexander McQueen, fazer o mesmo, ficar alguns anos.

Depois é mais indefinido, existem as opções:

Se voltar para o Brasil: 1)trabalhar em qualquer marca legal como estilista chefe ou na equipe de criação; 2)posso pensar em montar a minha marca própria(Charlie N.); 3)parar com o estilismo e trabalhar como stylist e consultora de imagem.

Se permanecer na pela Europa: trabalhar numa empresa grande, Bershka por exemplo.

Se for para a América, LA ou NY: trabalharia como estilista ou como consultora de imagem.

E por depois de um tempo trabalhar na Mikros Image em Paris.

O japão ainda está fora dos planos, mas quem sabe um dia entre né...



sábado, 14 de novembro de 2009

Pensar um pouco:


Pauperismo, aspecto pobre, tecidos furados e rasgados, sempre em preto ou tons escuros, com muitas sobreposições e amarrações que resultavam em formas amplas, longas, molengas e assimétricas. Desestruturadas, desconstruídas e amassadas, questionando as formas, volumes e silhuetas.
União de moda, poesia e tradição cultural.
Estudo sobre cores, formas (vide suas desconstruções e superposição constantes) e funções da roupa em relação ao corpo humano.
O tecido e a roupa devem ser utilizados com o principal objetivo de valorizar o indivíduo e colocar sua personalidade em evidência.
O tecido é cortado no plano, sem eliminar as partes excedentes, que são aproveitadas como um prolongamento sugestivo de conforto e despojamento.


Dito sobre os três japas: Issey Miyake, Rei Kawakubo e Yohji Yamamoto